Mandioca de Mesa

CHAVÕES
Quanto mais complicado for o nosso prato, menos propriedades ele traz consigo, quanto mais simples for o preparo, com aproveitamento de folhas e talos, sem exagerar no sal e na gordura, teremos um prato equilibrado com todos os elementos necessários.
O propósito desse blog é de que as pessoas tenham mais qualidade de vida e bem estar total, pois, isto é sinônimo de saúde física, mental e espiritual. 


Batizada pelo nome; Mandioca de Mesa, essa cultivar possui muitas variedades e diferentes denominações de acordo com cada região de cada país. 
No Brasil, a mandioca possui vários nomes (variam de região para região), como, por exemplo, aipim, macaxeira, maniva, castelinha, entre outros, podendo também ser chamada de macaxeira ou aipim. 
Trata-se de uma raiz rica em carboidratos, secularmente cultivada e consumida por povos sul-africanos, asiáticos e do continente americano ao lado da batata, do inhame e do cará. Ela foi e ainda é um dos principais responsável pela nutrição de milhares de pessoas ao redor do globo.
De uma simples sopa a um pão de queijo quentinho: a mandioca pode render esses e outros diversos pratos, salgados e doces, quentes ou frios. É que ela dá origem ao polvilho doce e ao azedo, à farinha e, é claro, pode ser consumida com um simples cozimento da raiz. “A mandioca contém minerais como o magnésio, fósforo, potássio e cálcio.

SEUS PRINCIPAIS BENEFICIOS:

Muito lembrada pelos portadores da doença celíaca, a mandioca é fonte de carboidratos saudáveis e também é livre de glúten, uma proteína que pode causar reações alérgicas em quem sofre com a doença. Além disso, as fibras presentes na raiz promovem saciedade e auxiliam o bom funcionamento do intestino, sendo uma boa opção para os diabéticos. A grande quantidade de fibras da mandioca faz com que a digestão seja mais devagar, melhorando a glicemia e a quantidade de colesterol ruim (LDL) do sangue


CURIOSIDADE:
Eu volto a repetir,  na mesa do jamaicano Usain Bolt, o homem mais veloz do mundo, não falta mandioca.
Ela é a principal fonte de energia atleta, segundo revelou seu pai durante as Olimpíadas de Pequim em 2008. E faz sentido: essa raiz tem dois tipos de carboidrato, a amilopectina e a amilose, que, juntos, liberam a glicose mais lentamente para o corpo. Isso facilita a digestão, evita picos de açúcar no sangue e dá gás de sobra para o dia a dia.

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